domingo, 29 de novembro de 2009

Alfa Romeo Giulia (1965)










Um clássico Alfa Romeo aqui retratado por uma réplica da italiana Polistil na escala 1/43.

Ford Escort RS








O modelo Escort Rs foi um dos mais procurados pelos coleccionadores e a Luso Toys lançou este com o nº20 da colecção com acabamentos tão pobres como a falta de interiores que são escondidos pelo vidro azul dos parabrisas. O s autocolantes não fazem parte da decoração inicial.

Ford Capri MK II (1974)







O mitico modelo da Ford do qual apresentamos a réplica da portuguesa Luso Toys na escala 1/43. Depois de modelos bem sucedidos como os Fiat 131 Abarth e os BMW 3.20 já aqui mostradas a Luso Toys lançou alguns modelos que eram "sombras" da qualidade até ali apresentada.

1000 km Nurburgring :Porsche 908/2 (nº1) 1970






Este Porsche venceu a prova desse ano. A miniatura é na escala 1/43,em resina e é da portuguesa 3J. O resultado final não é o melhor.

Porsche 911(996) Turbo (2000)










A versão Turbo do 911 da Porsche no ano 2000. A miniatura pertence à Altaya na escala 1/43.

Tucker Sedan (1948)

Esta história é interessante para vermos como um país consegue acabar com pessoas brilhantes fraudando documentos e destruindo grandes projetos. Tudo isso envolvido em interesses financeiros, protegendo poderosos industriais e ajudando-os a continuar vendendo suas tecnologias ultrapassadas interrompendo um boom tecnológico que se iniciaria na indústria automobilística norte-americana. norte-americana.

Impedindo que uma nova tecnologia fosse colocada no mercado, as indústrias da época podiam continuar vendendo seus automóveis sem se preocuparem em alterar suas fábricas e processos de fabricação. Afinal de contas, quem comprasse um automóvel sem os avanços tecnológicos, alguns anos depois iria querer comprar outro de melhor tecnologia. Assim, a indústria venderia automóveis a uma mesma pessoa duas, três ou até mesmo quatro vezes no decorrer de uma década. Quanto mais vezes fossem divididos os avanços tecnológicos, mais automóveis seriam vendidos no total.


Preston Tucker nasceu em Capac, no estado de Michigan, nos Estados Unidos em 21 de setembro de 1903 e teve o seu primeiro emprego como office-boy na sede da Cadillac Motor Company.
Depois de casado, trabalhou como vendedor numa concessionária de Memphis, no Tenessee, chamada Mitchell Dulian. Vinte anos mais tarde, o dono dessa concessionária passaria a ser o diretor comercial da Tucker Corporation.
Em 1933, Preston Tucker já era diretor comercial da Pierce-Arrow. Pouco tempo depois, já era proprietário de uma concessionária Packard em Indianápolis. Durante toda sua vida, Tucker sempre elaborou planos industriais.
Em 1940, inaugurou em Ypsilanti, Michigan, a Tucker Aviation Corporation, indústria que fabricava aviões, tanques e canhões para a Segunda Guerra Mundial. Com o fim da guerra, em 1945, ele destinou seu dom industrial ao seu grande sonho: construir um automóvel que fosse seguro, rápido, baixo, comprido e com boa aerodinâmica. Nascia o projeto Tucker Torpedo, um carro que estava anos à frente da concorrência em matéria de engenharia, velocidade, com estilo futurista, além de ser extremamente seguro. Em quinze anos de projeto, o carro recebeu diversas inovações como o design aerodinâmico desenvolvido pela indústria da aviação, além de apresentar uma segurança muito avançada para a época com cintos de segurança e compartimento deformável dos passageiros. O pára-brisas do Tucker Torpedo também recebeu uma atenção especial: ficava encaixado sobre uma espuma de borracha, fazendo com que ele saltasse para fora do carro em caso de colisão. Este carro também possui um farol central que vira acompanhando a direção do volante para iluminar nas curvas.
Para se ter idéia de como Tucker se preocupava com a segurança dos passageiros, as maçanetas internas do veículo ficavam para dentro das portas para evitar que seus ocupantes se machucassem em caso de acidente. O interior do carro era todo acolchoado, inclusive o painel; e, o retrovisor interno, era de plástico flexível.


Tucker Torpedo também tinha um sistema de suspensão independente, freios a disco nas quatro rodas e era um carro com motor de 6 cilindros horizontais de 5,8 litro (9,6 litros na primeira versão), o mesmo usado no helicóptero Bell, dotado de uma potência de 150cv, capaz de atingir 190 km/h. Os cilindros do Torpedo, em 1947, já eram alimentados por injeção de gasolina! Enfim, o Tucker Torpedo seria o carro dos sonhos de todos os americanos, por um preço que grande parte deles poderia pagar: apenas US$ 2.450,00.

Após a divulgação do seu projeto, Preston Tucker conseguiu encomendas de 300 mil unidades de pessoas que queriam possuir o "carro dos sonhos". Com isto, conseguiu atrair 28 milhões de dólares através do mercado de ações dos Estados Unidos para iniciar o seu projeto, que foi colocado em prática numa antiga fábrica de aviões alugada em Chicago, onde chegaram a ser construídas algumas unidades do carro.
Por ter um projeto totalmente inovador e que poderia abalar as montadoras norte-americanas, algumas pessoas afirmam que as grandes montadoras da época, juntamente com o próprio governo norte-americano, fizeram uma grande conspiração contra Tucker com um marketing negativo agressivo e expansivo de ataque ao industrial com calúnias, processos e fraudes em seus projetos e balanços que colocaram Tucker como um dos maiores fraudadores do país, como se tivesse enganado acionistas e concessionários, sendo comparado até mesmo a Al Capone.


Tentaram condenar Tucker com uma pena que poderia variar de 20 a 155 anos de prisão. Mas, com habilidade de mostrar como o país estava sendo injusto com ele, Tucker conseguiu ser absolvido do processo. Mesmo assim, sua fábrica já havia sido fechada pelo poder norte-americano e o carro já havia conquistado fama de fraude, o que culminou no fim do seu sonho nos Estados Unidos, em 1949.
Apenas 51 unidades do Tucker Torpedo chegaram a ser construídas. Destas, 47 ainda existem com colecionadores
No filme Tucker - Um Homem e Seu Sonho, de Francis Ford Coppola, (assista o filme!) após toda a conturbação, Tucker decidira projetar uma mini-geladeira para pobres com espaço para colocar apenas alguns litros de leite. Mas, na vida real, ele tentou construir, no Brasil, o Carioca, um carro econômico, com desenho esportivo e com inovações já testadas no Torpedo.
Um Tucker Torpedo chegou a desfilar nas ruas do Rio de Janeiro e São Paulo para tentar conseguir acionistas. Mas, com a dificuldade de se encontrar investidores, seu projeto não saiu do papel. Preston Tucker, o criador de um mito da indústria automobilística, morreu de câncer, em 1956, no Rio de Janeiro. Como os Estados Unidos não tinham interesse que Tucker construísse automóveis, estando o fato bem evidente no filme, penso que a morte de Tucker não tenha sido natural, e sim planejada.

Infelizmente, o mundo perdeu, na década de 40, uma revolução automobilística que ocorreria com o Tucker Torpedo, um carro que, nos testes realizados na pista oval de Indianápolis, entrava nas curvas a 170 km/h e atingia cerca de 190 km/h nas retas. Também fazia de 0 a 100 km/h em apenas 10 segundos, impressionante para a época. Atualmente, são vendidas réplicas do Tucker nos EUA por cerca de US$ 150 mil.
Para se ter idéia de como os avanços tecnológicos criados por Tucker ficaram parados no tempo, somente agora, mais de meio século depois, a Mercedes-Benz resolveu relançar a idéia de Tucker nos seus carros, instalando faróis que viram de acordo o volante do veículo, para iluminar melhor as curvas. Uma matéria a respeito pode ser lida no endereço (Texto : afraudedoseculo.com.br)

A miniatura é da Solido na escala 1/43 e penso que embora bem conseguida, a correspondecia à escala não é a mais correcta.










1000 km SPA: Alfa Romeo 33 TT 12 (nº2) 1975






Em 1975, o 33 TT 12 vence o Campeonato Mundial de Construtores para a Alfa Romeo, sendo claramente superior aos seus adversários. O seu motor «boxer» prova ser indestrutível e o carro vence 7 corridas de 8. Os louros vão também para os engenheiros da Autodelta que, durante a preparação dos motores e carros, foram capazes de adaptar os carros às necessidades de cada circuito, e para a equipa de mecânicos que levam a cabo o reabastecimento de combustível e reparações em tempo recorde durante as paragens nas boxes. (texto gforum.tv)

A miniatura é um kit da francesa Solido na escala 1/43.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Capacete Barry Sheene

A pintura de Colin Carter

A miniatura e um capacete verdadeiro







Barry Sheene MBE (11 de Setembro de 195010 de Março de 2003) foi um motociclista britânico bicampeão das 500cc em 1976 e 1977.
Barry Sheene nasceu em Londres, Inglaterra, sendo o segundo filho de Frank (engenheiro no Royal College of Surgeons) e de Iris. Os seus primeiros anos de vida deram-se em Queens Square, Holborn.
Tornou-se campeão de Inglaterra na categoria de 125cc com apenas 20 anos, e acabou em segundo lugar no Campeonato do Mundo (na mesma classe) no mesmo ano. Corria o ano de 1975 quando um impressionante acidente em Daytona 200 ameaçou grandemente a sua carreira, ao partir a sua perna esquerda, o braço direito, uma clavícula e duas costelas. Apesar da gravidade do sucedido, Barry rapidamente recuperou do susto e passadas sete semanas estava de novo a correr.


A miniatura é do origem portuguesa e comprado no Bazar Crizano no Porto.



Em 1976 venceu cinco Grandes Prémios na classe de 500cc, alcançando o título de Campeão do Mundo na categoria, feito esse que se repetiu no ano seguinte (1976), desta vez com seis vitórias em Grandes Prémios.
Após a época de 1979, Barry Sheene deixa a equipa da Suzuki, alegando que estava a receber equipamento de qualidade inferior ao dos restantes pilotos da marca. Mudou-se para uma equipa privada representante da Yamaha. Um acidente em 1982 praticamente fez com que deixasse de ser candidato ao título, tendo-se Barry Sheene retirado passados dois anos, em 1984.





terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mallory Park : Ford GT 40 (nº64) 1965









O Ford GT 40 foi um carros desportivos mais bonitos e maior sucesso da Ford. Já mostramos aqui alguns modelos e este é o participou em Mallory Park em 1965.

A miniatura é da italiana BOX na escala 1/43.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Capacete John Kocinski










Este piloto americano tinha imenso talento, razão pela qual Kenny Roberts o acolheu na sua equipa. Foi campeão do mundo de 250 cc em 1990 e campeão do Mundo de Superbikes em 1997. Kocinski tinha uma grande admiração por Roberts razão pela qual o desenho do seu capacete é baseado no seu idolo. Este capacete foi dos mais vendidos da altura devido ao seu desenho da bandeira a 3D. A marca era a japonesa SHOEI.

Capacete Michael Doohan 1991







Este australiano foi campeão do mundo de 500 cc (1994-1995-1996-1997-1998) até um acidente interromper a sua carreira.

Este é a ráplica do capacete japonês ARAI com que corria em 1991. A miniatura é portuguesa de marca desconhecida.