sábado, 30 de maio de 2009

Capacete Loris Reggiani







Este piloto italiano correu em 125 cc e 250 cc. tendo ficado em 2º lugar no Campeonato Mundial em 1992.
A miniatura é da Onyx.

Capacete Scott Russel



Este piloto americano foi campeão mundial de Superbikes (1993) e Campeão AMA de Superbikes, tendo vencido por cinco vezes vencedor da Daytona 200. Foi também vencedor das 8 Horas de Suzuka em 1993.

A miniatura na escala 1/12 é da Onyx.

Le Mans : Porsche 911 Carrera RSR Martini (nº22) 1974












Os Carrera oficiais já tinham mostrado os dentes em 1973 e os modelos de 1974 irão deixar a sua marca. Explicação face à ambição e eficácia : a aparição do Turbo.
Em potencia pura - não falemos do seu peso e formas visto que se trata de uma viatura concebida para o futuro Grupo 5 - o novo Martini-Porsche ganhou mais de 150 cv referente ao modelo anterior. A Matra vai aperceber-se disso depois de noite dificil, em que Van Lennep/Muller vão ameaçar a vitória de Larousse/Pescarolo.
Um problema de transmissão impedirá o suíço e o holandês de responder ao ataque do V12 mas conseguirá o segundo lugar na classificação geral. (texto base "24 Heurs du Mans 1981")
A miniatura é da Arfix na escala 1/24 já com bastantes anos.

Le Mans : Porsche 962 (nº1) 1986

Ao longo das sua primeiras onze horas de corrida , Le Mans ofereceu nesse ano nada menos que vinte e nove alterações no comando. Apenas as breves paragens para reabastecimento e mudança de pilotos marcaram a diferença entre o Porsche oficial de Bell, Stuck e Holbert e o Porsche-Joest De Ludwig,Barilla e Winter.

Foram quase duas centenas de voltas com os dois carros positivamente colados, desafiando as já tradicionais restrições de consumo com níveis de andamento particularmente vivos.

Depois, poucos minutos volvidos sobre as 3 horas da madrugada de domingo, dava-se o acidente mortal do piloto austríaco Jo Gartner no Porsche 962 nº70 da Kenwood e o "pace car" iria impor uma marcha lenta aos participantes durante duas horas e mais, enquanto se remediavam os estragos causados pelo acidente.
Quando a corrida pode voltar ao seu ritmo normal, o motor do Porsche-Joest não iria resistir a um novo apelo aos altos regimes e cederia.

Para um motor concebido para trabalhar durante mais de duas dezenas de horas no seu regime máximo, a brusca passagem de 22o km/h para cerca de 150 km/h levanta naturais problemas. O sobreaquecimento e depois a refrigeração ditadas pelo cérebro electrónico da Bosch Motronic exigem a intervenção segura do piloto de forma a garantir a "saúde" do motor nas brutais diferenças de temperatura registadas ao longo de mais de duas horas de marcha lenta. Por uma falha não divulgada, a verdade é que quando a pista ficou de novo liberta, o motor do Porsche nº7 não estava preparado para responder tão rapidamente a nova subida de temperatura. O esforço exigido foi demasiado e quando Klaus Ludwig pisou de novo o acelerador a fundo, o 6 cilindros germânico não resistiu.
Da intensa animação da primeira metade da corrida iria passara-se a uma fase de monotonia, com o Porsche-Rothmans a rodar isolado numa liderança já sem qualquer contestação.(texto Revista Turbo nº58 de Julho de 1986)
Assim os pilotos D.Bell/A.Holbert/H.Stuck venceram esta mítica prova com o Martini Porsche 962 com 368 voltas percorridas.

A miniatura é da Altaya na escala 1/43.



Veja um pouca da história desta prova onde se inclui o ano 1986



Capacete Daryl Beattie






Este piloto australiano deu nas vistas no Campeonato do Mundo de 500 cc onde ficou em 2ºlugar em 1995 mas em 1996 sofreu um acidente grave não voltando depois a poder mostrar o seu valor real neste campeonato.


O capacete deste piloto na escala 1/12 pela Onyx.

Triumph T120 Bonneville -1967

Há cerca de quarenta anos, a Triumph T-120 Bonneville era a rainha do asfalto.

Sinónimo de velocidade e emoção, esta moto tornou-se popular não só em Inglaterra como no resto da Europa e nos Estados Unidos.

A sua facilidade de manobra, a par de um design atraente e da sua leveza, foraom os trunfos do seu êxito extraordinário.
Ao longo do tempo a Bonneville teve os seus momentos de glória em competição. Em 1967, John Hartle venceu a primeira corrida de Produção no TT da ilha de Man, e dois anos mais tarde Malcom Uphill realizou a volta mais rápida, a mais de 100 milhas por hora a caminho de outra vitória.

As Bonneville ganharam as 500 Milhas de Thruxton por várias vezes e foi também com uma Bonneville que Evel Knievel saltou por cima da fonte do Casino Cesar em Las Vegas , façanha que o atirou para o hospital com alguns ossos partidos após aterragem mal controlada.

A miniatura na escal 1/24 é da Altaya da Colecção Grandes Motos Clássicas.

Moto Guzzi 850 Le Mans - 1978







Este modelo italiano possuía um motor V2 com 70 cv às 7000 rpm atingindo a velocidade de 203 km/h.

A miniatura é da Altaya da Colecção Grandes Motos Clássicas na escala 1/24.

sábado, 16 de maio de 2009

Ferrari 348 tb






Um espantosa miniatura da Herpa na escala 1/43. Os excelentes pormenores numa miniatura com quase um década desde o seu lançamento.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Lancia 037




Para fazer face ao domínio inesperado dos Audi Quattro - 1º modelo de tracção integral a participar no Mundial de Ralis - o Grupo FIAT entendeu logo que, não obstante os recentes sucessos do seu Fiat 131 Rally Abarth, este não possuia argumentos para contrariar um 4WD. Por sua vez, a Audi era pioneira na produção de modelos de passageiros "não todo-o-terreno" dotados de tracção às 4 rodas, na era moderna, e mais nenhum outro construtor tinha, na altura, sistemas ou tecnologia semelhantes. Assim, a Lancia, enquanto marca com o maior palmarés da história do Mundial, foi incumbida de, apelando a todo o seu "know how", conceber um modelo capaz de contrariar minimamente o domínio dos Audi Quattro - pelo menos nos ralis de asfaltos, único piso onde os tracção atrás poderiam ter alguma vantágem em relação aos 4x4. Com base no pequeno e atraente Beta Monte Carlo, a Lancia desenvolveu um autêntico super desportivo, capaz de se adaptar a todo o tipo de terreno mas, obviamente, vocacionado para dominar provas como o Rali da Córcega (a Catalunha ainda não tinha o seu rali inscrito no Mundial), no Monte Carlo, caso a neve e o gelo não fossem em demasia, e em algumas partes de outros ralis igualmente realizadas em alcatrão, sem perder muito terreno nos pisos mais favoráveis ao Quattro. O 037 Rally Abarth Evo era impressionante, fazendo lembrar, nas suas linhas e na sua agressividade, os famosos Stratos HF. E depois de a Audi ter ganho o seu primeiro mundial, logo na extreia do Quattro, foi com alguma surpreza que a Lancia, com Masimo Biasion, conseguiu "in extremis" vencer o mundial do ano seguinte, ficando para a história como o último carro sem tracção integral a vencer o Mundial de Ralis, no ano de 1982. (Texto Wilkipedia)
A miniatura é da Solido na escala 1/43.

Le Mans: Matra Simca 670 B (nº15) 1972



Pescarolo ao volante

Hill ao volante



Na boxe






Vinte e oito anos depois de um presidente francês fazer a abertura do circuito de La Sarthe, G.Pombidou percorreria o novo circuito num Citroen SM. A Matra estava lá para discutir a vitória contra os Lola e Alfa-Romeo.
Com 3 modelos 670 ( 2 versão longa e versão curta) e um 660, a Matra começa com um abandono logo na primeira hora com o 670 de Beltoise/Amon. No entanto , os outros carros mantem-se nos primeiros lugares. Mas quando parecia que o Matra de faixa amarela de Ceverte Ganley venceria a prova, ao meio dia Ganley sofre um pequeno despiste e é atingido pelo Corvette de Marie-Claude Beaumont. A reparação obriga a passagem para o segundo lugar e será o nº15 de Hill/Pescarolo que vencerá a prova.
A miniatura é da francesa Solido na escala 1/43 com vários retoques de pintura.