segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Ferrari 250 GT SWB - 1959








Já mostramos aqui a versão desportiva deste modelo (clique aqui). A miniatura vermelha é kit de montar da Italieri (nº674) na escala 1/24 e o azul é da Ixo da Colecção Ferrari na escala 1/43. Ambas são de excelente qualidade.

Can-Am : March 707 (nº77) Chris Amon 1970




Este carro correu pela mãos do piloto Chris Amon o Campeonato Can-Am que se realizava no Canadá e nos Estados Unidos.

A miniatura é da francesa Solido na escala 1/43 com alguns retoques de pintura.

Can-Am : Porsche 917/10 - 1972


O modelo Martini da Matchbox (plastico de construção) 1/32

O modelo Uniroyal da Solido 1/43
O modelo L&M do piloto Geoge Follmer da Solido 1/43

O modelo da BOSCH da Solido 1/43




Este filme explica a história deste modelo que derivou do Porsche 917 "Pink Pig" que correu em Le Mans em 1971.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Harley-Davidson Road King c/Sidecar (2005)



Este "Rei da Estrada" equipado com sidecar é um modelos mais desejados da gama Harley-Davidson. Motor Twin Can 88, com suspensão traseira a gás, Cruise Control, alarme e todo charme clássico dos modelos desta marca.O Modelo é da Maisto e está bem conseguido.

Triumph Tiger 955i (2002)



A segunda geração da Triumph Tiger continuou com as características originais:um grande trail com o motor 3 cilindros da Hincley.A diferença é que a segunda geração teve um chassis moderno e uma estética a condizer.
A miniatura é da IXO na escala 1/32 sendo o resultado bastante positivo.

Ducati Monster 900 S4 (2001)



A Monster é um modelo mitico da Ducati. Aplicando o motor com 80 cv da 916 Superbike e algumas peças de carbono à mistura a S4 criou dentro da gama Monster a sua topo de gama que tem evoluido até aos nossos dias.
A miniatura é IXO na escala 1/32 com bastante pormenor para a escala.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Rallye de Portugal : Fiat 131 Abarth (nº3) 1977

O 131 em Acção


Já mostramos aqui vários Fiat 131 Abarth (ver Miniaturas Rallye) e este é fabricado pela IXO para a Alataya na escala 1/43. Representa o carro vencedor do rallye de Vinho de Portugal em 1977 por M .Allen e I.Kivimaki. A miniatura é razoável embora a finalização da pintura não tem o mesmo nível que outras criações da IXO. Este é uma das miniaturas que inicialmente não estavam no nosso plane de compras mas o preço aliciante de lançamento da Altaya obriga a pensar o contrário

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Rallye dos Alpes: Jaguar XK 120(nº611) 1953




Este Jaguar participou no Rallye dos Alpes em 1953 mas não tenho conhecimento de quem o pilotou. A miniatura é da Brumm na escala 1/43.

Le Mans : Jaguar D (nº3) 1957



A miniatura da Altaya reproduz o Jaguar vencedor em 1957 de Flockhart e Bueb.



Para conhecer a história do que se passou nesse ano veja o filme (parte 1 e 2) que aparece depois das fotos.




Le Mans : Jaguar D (nº6) 1955








Esta vitória da Jaguar ficou ensombrada pelo desastre que vitimou um grande número de espectadores e levou a Mercedes a retirar-se quando liderava a prova. Mais do que palavras, as imagens falam por si. A miniatura é da Altaya na escala 1/43.



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Le Mans : Lancia Beta Montecarlo (nº51) 1980


A categoria Silhueta foi criada em 1976 a 1981 com o objectivo de fazer alinhar modelos numa série em Prtotótipos e os GT não se misturassem. A Lancia lançou-se então, em 1979, na categoria de menos de 2 litros com o Beta Montecarlo.

Em finais dos anos 70, o departamento de competição da Fiat foi confiado à Abarth que se encontrava saturada e incapaz de gerir as provas de resistencia em circuito. assim sendo, o conselho de administração aceitou inscrever um Beta turbocomprimido no grupo 5 de menos de 2 litros, ou seja, uma interpretação muito livre dos carros de série.

Já em 1980, a Lancia teve uma temporada com uma estreia perfeita com a vitória de Facetti e Finotto na sua categoria nas 24 Horas de Daytona (10º na classificação geral). A 16 de Março nas 6 Horas de Brand Hatch, Patrese e Rohrl conseguiram o scratch (vencer à geral), seguidos e Cheever e Alboreto, enquanto Facetti e Finotto terminaram em 4ºlugar. Patrese repetiu a proeza a 13 de Abril nas 6 Horas de Mugello, desta vez partilhando o volante do 1492 cc com Cheever, e Faceti/Finotto venceram na sua categoria com o 1426 cc. A 27 de Abril, nos 1000 km de Monza, os 1429 cc de Patrese/Rohrl e Cheever/Ghinzani terminaram respectivamente em 3º e 5º da geral, ao passo que os incontornáveis Facetti/Finotto venceram mais uma vez o Grupo 5 Divisão 2 (menos de 2 litros)

As corridas encadearam-se com outros tantos sucessos atá chegar o fim de semana de 14 e 15 de Junho de 1980 em La Sarthe. Na pesagem, contudo, a fábrica Lancia viu o cartão vermelho. Com efeito, os dois carros Lancia Corse (nº51 Darniche/Heyer/Fabi e nº52 Brancatelli/Alen/Ghinzani) e o do Jolly Club (nº53 Facetti/Finotto) começaram por ser recusados nas 24 Horas de Le Mans por causa do capot dianteiro ser composto de uma única peça (nos modelos de série diviadia-se em três segmentos) e da ausencia da saia traseira. Mas com base num artigo do regulamento que estipulava que um carro do Grupo 5 devia conservar a fórmula do modelo de série do qual derivava, mas não mencionava em nenhum lugar o número de peças, de que se devia compor, a Lancia via Fiat acabou por ganhar a causa e pode alinhar os seus três Beta Monte Carlo inscritos.

Mas nunca é de demais de repetir que as 24 Horas de Le Mans são dificeis, não só pela duração, mas também pela configuração do circuito e pela sua interminável recta que puxa ao máximo pelos motores durante muito tempo. A partir da segunda hora, partiu-se a correia da bomba do nº 51 após de apenas 28 voltas ao circuito, e o mesmo aconteceu ao nº52 quatro horas depois. Isso não impediu de Carlo Facetti e Martino Finotto de obterem a vitória no grupo 5 Divisão 2 (menos de 2 litros) e ficarem no 19º lugar da classificação geral. (Texto Altaya).

Os Lancia Betamontecarlo voltaram a Le Mans no ano seguinte com os Martini e Lubrifilm.

A miniatura é da Altaya na escala 1/43 com pormenor faltando os cabos que seguram o spoiler dianteiro.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Rome Royal Grand Prix :Bugatti 35B Louis Chiron 1928




O Bugatti 35B foi o mais bem sucedido carro de competição desta marca. Foi também o primeiro a utilizar o radiador em forma de arco. Este carro venceu mais de 1000 corridas no seu tempo. O modelo 35B debitava 138 cv e foram construídos 45 exemplares.
Louis Alexandre Chiron nasceu em 3 de Agosto de 1899 em Monte Carlo e desde cedo se interessou pela competição automóvel. Depois da I Guerra Mundial Chiron foi requisitado à Artilharia onde servia com chofer para competir em Grandes Prémios. A primeira vitória surgiu em 1926 e nos anos seguintes correu pela Bugatti e Alfa Romeo. Venceu várias corridas entre as quais o Rome Royal Grand Prix de que a miniatura documenta. Com uma carreira de sucessos Chiron faleceu em 1979.
A miniatura é da Altaya na escala 1/43.

Le Mans : Ligier JS2 (nº5) 1975




Assistidos por Gerard Ducarouge,nessa altura na Matra , três Ligier JS2 alinharam na categoria Sport: o nº5 de Jean-Louis Lafosse e Guy Chasseul, o nº6 de Henri Pescarolo e François Migault, ambos equipados com motor V8 Cosworth, e o nº97 pilotado por Jean-Pierre Beltoise e Jen-Pierre Jarier que utilizava o "velho" e fiável V6 Maserati.

O início da corrida mostrou-se bastante favorável aos Ligier que se mantiveram "emboscados" mesmo atrás dos Gulf Mirage de John Wyer, mas Jean-Pierre Beltoise foi empurrado pelo Ferrari 365 GTB de Harry Jones. Além de abandonar, o JS2 ficou completamente destruido. A sorte piorou para a marca de Vichy, quando François Migault não conseguiu evitar o capot traseiro que acabara de soltar do Lola de Cadenet. se a inglesa conseguiu partir após uma rapidíssima reparação, já o Ligier nº6 teve de acabar ali a corrida.

A meio da prova, os Gulf Mirage favoritos comandavam a corrida , mas acabaram vitimados, juntamente com os Ligier, pela forte vibração dos Cosworth que originou uma ruptura de escapes. assim sendo, Jacky Ickx, graças ao seu grande traquejo em Le Mans, geriu a corrida na perfeição, e ainda por cimacom o V8 preparado por Wyer "acalmado" para os 380 cv, em vez dos 480 cv que podia desenvolver.

Trata-se de um parâmetro importante pois sabe-se que, por causa da crise petrolifera de 1973, o ACO (Automobile Club de l´Ouest) impusera um minimo de vinte voltas antes de qualquer reabastecimento. para a pequena história, convém lembrar que por causa disso a prova de La Sarthe tinha sido excluida do Campeonato do Mundo pela Federação Internacional.

A verdade é que se o Ligier nº5 conseguiu tirar o segundo lugar ao Gulf nº2, já não foi possível fazer o mesmo com o nº11 por causa de um consumo exagerado. Acabou em segundo a apenas uma volta do vencedor: foi a melhor prestação de um Ligier nas 24 Horas de Le Mans e nunca mais se voltou a ver um JS2 oficial em competição, quer em rallies quer em provas de resistencia. (Texto Altaya)

A miniatura da Altaya na escala 1/43 com bastante pormenor embora em algumas fotos apareça a dançarina do emblema da Gitanes e na miniatura não. Provalvelmente existirá um periodo da prova em que tal tenha acontecido.