sábado, 31 de janeiro de 2009

Le Mans : Alpine-Renault A442B (nº2) 1978












O Ano de 1978 foi o ano da desforra da Alpine Renault depois de ano anterior ter perdido a vitória para a Porsche. A armada Porsche apresentou-se com três carros contra quatro Alpine-Renault e dois Renault Mirage. No inicio os Porsche começam com problemas logo na primeira hora e os Alpine Renault nº2 e 3 dominam o inicio da corrida. O Porsche nº6 de Bob Wollek é o único a fazer sombra aos Renault ocupando a 3º posição. À quinta hora os três Alpine-Renault ocupam as três primeiras posições e na hora seguinte o Porsche de Ickx e Pescarolo tem um problema de caixa que o relega para a 19ºposição a 15 voltas dos leaders. A Porsche muda de tactica e muda Ickx para o carro nº6. A estratégia parece resultar e na 8ªhora o Porsche de Ickx/Wollek/Barth consegue ascender à segunda posição aproveitando os problemas de travões do carro nº2. O Alpine nº1 é agora o leader da prova.
A Alpine Renault tem a primeira baixa à 11ª hora com a desistência do carro nº3 . Amanhece em Le Mans e o Alpine nº1 continua leader e estabelece o recorde da volta. Na 18ª hora o Alpine nº1 abandona quando liderava a prova .Seis minutos depois, o Porsche nº7 despista-se e é obrigado a desistir. O Alpine nº2 continua a liderar mas na última hora problemas com a caixa de velocidades obrigam Pironi a continuar a condução do Alpine. O Alpine nº2 consegue aguentar ficando o Porsche nº6 a 5 voltas. Porsche consegue colocar 6 carros nos dez primeiros lugares.
Não foi uma vitória fácil mas nem mesmo Ickx que mudou de carro conseguiu desta vez vencer o carro nº2 de Pironi e Jaussaud. A miniatura é da francesa Solido com algumas alterações que se na verdade na altura era do melhor disponível no mercado actualmente já foi ultrapassada por outras opções disponíveis noutros fabricantes.

Le Mans: Porsche 936 (nº3) 1977

O 936 em Le Mans


Esta é a miniatura do Porsche que esteve quase para não vencer a edição de Le Mans de 1997. O fabricante é a francesa Solido na escala 1/43 com algumas rectificações na pintura. Para melhor apreciarem a miniatura e o original coloquei aqui o filme da prova desse ano. Será uma forma de conhecer a história desse ano.







quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Indianapolis 500:MacKenzie Lola - Scott Goodyear (1993)



Uma miniatura da portuguesa Onyx de carro da Formula americana Indy. A Onyx apresentava muitas das suas miniaturas numa base com uma espécie de espelho o que as valorizava bastante.

Le Mans:Lancia Beta Monte Carlo(nº68) 1981






O Lancia da Lubrifilm que correu como semi-oficial com os pilotos Schoen/Finotto/Pianta respeitou escrupulosamente o seu ritmo de marcha e o seu objectivo era ser uma espécie de viatura de reserva no caso dos Lancia Martini tivessem problemas. A troca de uma bomba de gasolina e um cabo de acelerador problemático foram insuficientes para perturbar o plano estabelecido por Cesare Fioro. Terminaria na 14º lugar da geral. Sendo um modelo de ex-fabrica de 1980 este Lancia salvaria um mês mais tarde a honra da Lancia nas 6 Horas de Silverstone.
A miniatura é um kit de montar de plástico da Heller na escala 1/43 com modificação de pormenores.

Ferrari 360 Modena (1999-2004)




Este modelo possuía um motor V8 central de 400 cv e foi desenhado pelo Pininfarina. A miniatura é da Colecção Ferrari da Alataya na escala 1/43.

Bugatti EB 110 (1991)





O Bugatti EB 110 é um super carro desenhado por Marcello Gandini, que tinha um motor V12 de 3499 cc, 60 válvulas, 4 rodas motrizes, 542 cv às 8000 rpm, caixa de 6 velocidades e fazia o-100 km/h em 4,5 segundos atingindo uma velocidade máxima de 343 km/h. Foram produzidas 139 unidades.
A miniatura é Burago na escala 1/18 possuindo algum detalhe para um preço de compra interessante .

Le Mans: Alfa-Romeo 33/2 (nº39) 1968






A equipa Alfa

A traseira

A miniatura da Norev

Durante dezassete anos, a Alfa Romeo, cujo nome se confunde amiúde com a história da competição automóvel, não inscreveu os seus carros oficialmente nas 24 Horas de Le Mans. Lançado em 1967, o Tipo 33 teve de esperar pela sua evolução 33/2 para brilhar no circuito de La Sarthe.

Um exemplar em Exposição

A Autodelta viu-se na obrigação de rever o seu carro com vista à temporada de 1968 e foi assim que o T 33/2 fez a sua entrada no escalão dos grandes , à altura dos Alpine A 220, Matra MS 620 ou Porsche 908. Dotado de um chassis composto por três tubos de grande secção ligados em forma de U e com a função de depósito de combustível, os 33/2 possuíam um motor que agradaria decerto a todos os amantes de mecânica. Este V8, concebido pelos Engenheiros Orazio Satta Puglia e Giuseppe Busso permitia um regime máximo de 9600 rpm- que era um encanto para os me lómanos. A este propósito, devemos lembrar que a Alfa Romeo sempre concebeu motores com uma "música" incomparável . Inteiramente elaborado em liga de alumínio, dotado de duas árvores de cames duplas à cabeça com 4 válvulas por cilindro, conseguia desenvolver 270 cv. Com um peso total de 700 kg, a relação peso/potência era bastante competitiva para aquela época.

Em Le Mans, a Autodelta apresentou-se com quatro 33/2 e apenas o de Baghetti/Vaccarella (nº41) foi obrigado a abandonar de madrugada por causa de um problema de alimentação. Com uma regularidade exemplar, os outros três correram tão bem que, quanto mais avançava a corrida, mais próxima parecia a oportunidade de um lugar no pódio. Com a Ferrari ausente, o duelo anunciado Porsche 907 e 908 contra o Ford GT 40 poderia ser muito bem arbitrado pelos outsiders Alfa Romeo 33/2! E as hipóteses aumentaram quando um dilúvio se abateu sobre La Sarthe durante a noite, já que os italianos se mostravam bastante ágeis nestas condições.

O nº38 chegou a dar-se ao luxo de passar à frente do Matra de Servoz-Gavin/Pescarolo durante a noite, mas voltou a ser apanhado pela manhã por uma equipa francesa decidida, apoiada por um público completamente dedicado à causa. Infelizmente para o 630 de motor V12, um furo a alta velocidade na recta de Hunaudières pôs um fim à sua fantástica aventura. Mesmo a ritmo endiabrado, o 33/2 de Galli/Giunti (nº39) na poderam contra a escalada do poderoso 908 de Stommelen/Neerpasch. No final, os três Alfa Romeo inscritos oficialmente terminaram no quarto, quinto e sexto lugares da geral, mas monopolizaram o pódio da sua categoria (Texto Altaya).
As miniaturas aqui exposta são na escala 1/43 e são dos fabricantes Norev e Ixo Models (Altaya). Embora a miniatura da Norev tenha sofrido várias alterações é notória a diferença de pormenor entre ambas as miniaturas sendo a da Ixo um belíssimo exemplar.

Para que se possa conhecer melhor o modelo original , inserimos este pequeno filme sobre Le Mans de 1968 onde é possível ver o Alfa Romeo e outros carros que participaram nesta prova que foi ganha pelo Ford GT 40.









BMW R 1100 RT (1995)



Esta é miniatura original BMW (fabricada pela Minichamps) deste modelo que foi fabricada entre 1995 e 2001 num total 54.751 unidades. Este modelo de motor bicilindrico boxer possuia ABS, parabrisas eléctrico, banco e guiador reguláveis, radio leitor em opção (ver antena na miniatura) e foi um modelo com muito sucesso por ser um moto muito maneável apesar dos seus 282 kg.

BMW K 1200 RS (1997- 2003)

A Original

Uma miniatura original BMW (fabricada pela MiniChamps) na escala 1/18 com a cor amarela com que foi originalmente lançada. Este modelo foi a evolução do modelo K 1100 RS que já tinha sido uma actualização do velho K 100 RS (1000 cc). Era uma moto pesada , 4 cilindros em linha, ABS, parabrisas regulável manualmente mas com algumas ideias alemãs muito criticadas pela imprensa tal como a colocação de espelhos fora do contexto do modelo (talvez para escoar stock) em vez de utilizar o espaço dos piscas dianteiros tal como tinha sido imagem de marca do modelo K 100 RS. A miniatura está bastante perfeita tal como a maioria dos produtos da Minichamps.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Ferrari F 40 (1987)


O Ferrari F40 foi projetado com conceitos aerodinâmicos utilizados em carros de competição. Porém, seu foco de vendas era estritamente comercial, não sendo planejado para corridas. Considerado o avô do modelo Enzo Ferrari (modelo que foi batizado com o nome do fundador da empresa), foi apresentado em 21 de julho de 1987, fabricado para comemorar o quadragésimo aniversário da marca italiana Ferrari.

Seu design foi desenvolvido para dar ao carro maior velocidade, sem perder estabilidade. Suas curvas criam menos resistência com o ar e o espóiler dianteiro, assim como o aerofólio traseiro, contribuem para que o carro ficar firme no chão. O aerofólio traseiro ainda possui a função de proteger a tampa traseira, feita de perspex (um material plástico transparente mais resistente que o vidro que foi utilizado em todas as janelas do carro) da força da pressão.


Sua produção efetiva se iniciou em 1988, terminando de ser fabricado em 1991, sendo produzidas 1.315 unidades no total.

A miniatura é da espanhola Guiltoy na escala 1/20 com algumas alterações de pintura pois esta miniatura é daquelas baratas que se vende nas grande superficies . Possui algum pormenor mas os plasticos são de fraca qualidade. No final conseguimos uma miniatura com alguma apresentação e a um preço bastante baixo.

Brabham BMW BT 52 Nelson Piquet 1983

Nelson Piquet começou a carreira no kart aos 14 anos onde foi campeão brasileiro em 1971 e 1972. Cursou engenharia mecânica na UnB até o terceiro período e em 1976 foi campeão da Fórmula Super-Vê. No ano seguinte tentou a sorte na Europa, seguindo o caminho aberto por Emerson Fittipaldi. Participando de algumas das provas do Campeonato Europeu de Fórmula 3, terminou em terceiro, com duas vitórias, atrás do italiano Piercarlo Ghinzani e do sueco Anders Olofsson.

Em 1978, na Fórmula 3 inglesa, sagrou-se campeão e quebrou o recorde de Jackie Stewart de maior número de vitórias numa temporada. Sua estréia na Fórmula 1 aconteceu em um teste oferecido pela já extinta equipe BS Fabrications, de Bob Sparshott, que tinha um McLaren M23. Pouco tempo depois, ainda em 1978, Piquet estreou de fato em uma corrida, o Grande Prêmio da Alemanha, em Hockenheimring, com um carro alugado da equipe Ensign. Neste ano, disputaria outros três GPs com o McLaren da BS Fabrications.
Com o carro da pequena equipe inglesa, abandonou na Holanda e na Áustria, terminando em nono lugar na Itália, na corrida em que morreu o piloto sueco Ronnie Peterson. De toda forma, o brasileiro já era visto por muitos como uma promessa - sua aparição meteórica rendeu elogios e uma profecia certeira do chefe de equipe da BS Fabrications, David Simms. "Aposto meu dinheiro, com quem quiser, que Nelson Piquet será campeão mundial em três anos." No GP do Canadá, já fazia a sua estréia pela Brabham, com um terceiro carro da equipe então comandada por Bernie Ecclestone.

E, assim, logo Piquet foi confirmado como segundo piloto para a temporada de 1979. Na equipe inglesa, chefiada por Bernie Ecclestone e com Gordon Murray como projetista, Piquet teve como companheiro o austríaco Niki Lauda, já bicampeão, que abandonou a Fórmula 1 temporariamente antes do fim da temporada. Piquet sempre atribuiu a Lauda seu aprendizado sobre como negociar contratos e comunicar suas solicitações aos engenheiros e mecânicos da equipe. O ano, porém, é marcado por alguns acidentes e muitas quebras – foram 11 abandonos em 15 corridas, apenas três pontos e o 15º lugar na classificação final.
Já no ano seguinte, em 1980, Piquet chegou em segundo no Grande Prêmio da Argentina e obteve sua primeira vitória na categoria no Grande Prêmio do Oeste dos Estados Unidos, no circuito de rua de Long Beach. Com outras duas vitórias no ano, no Grande Prêmio da Holanda, em Zandvoort, e no da Itália, em Imola, Piquet disputou diretamente o título com o australiano Alan Jones da Williams, até a penúltima prova, o Grande Prêmio do Canadá – mas, nesta corrida, Piquet e Jones colidiram na largada, e, após uma segunda largada, Piquet teve que abandonar por uma quebra de motor.
Mas em 1981 viria seu primeiro título mundial, após uma intensa batalha contra o argentino Carlos Reutemann. Na última etapa, no circuito de Las Vegas, também nos EUA, Piquet terminou em 5º lugar, mas Reutemann não pontuou chegando em 8º e o brasileiro venceu o campeonato por apenas um ponto de diferença.

Em 1982, como em muitos da carreira de Piquet, as inovações técnicas - especialmente a adoção do motor BMW turbo - não permitiram um desempenho suficientemente competitivo. Nelson Piquet chegou a vencer o Grande Prêmio do Brasil em Jacarepaguá. Após a corrida, sua vitória foi cassada, porque seu carro estava com o peso abaixo do permitido. O questionamento da desclassificação foi polêmica. Naquela prova, a equipe utilizou o modelo BT49D Ford Cosworth aspirado enquanto o BT50 BMW Turbo estava sendo aprimorado. O campeonato teve o boicote de 10 equipes por divergências políticas no Grande Prêmio de San Marino: Brabham, Williams, McLaren, Lotus, Ligier, Arrows, March, Fittipaldi, Theodore e Ensign. O atual campeão não conseguiu se classificar para o Grande Prêmio do Leste dos Estados Unidos em Detroit. Uma semana depois, o piloto da Brabham venceu em Montreal, no Grande Prêmio do Canadá, já com o modelo BT50. A prova ficou marcada com a morte logo na largada do italiano Riccardo Paletti que não conseguiu desviar da Ferrari do francês Didier Pironi que não partiu. O ponto alto da temporada de Piquet foi um episódio tenso e, em segunda análise, hilariante. Quando estava próximo da fazer a troca de pneus e o reabastecimento no GP da Alemanha em Hockenheim, Piquet se aproximou do retardatário Eliseo Salazar e tentou a ultrapassagem na Ostkürve, a chicane norte do circuito de Hockenheim. Salazar não viu Piquet se aproximando, manteve a trajetória normal, e os dois bateram. Após sair do carro, Piquet partiu para a agressão física contra Salazar, diante das câmeras de televisão, em uma cena que demonstra um pouco do seu temperamento competitivo e explosivo. "Salazar não é piloto, é motorista", declarou Piquet à época. Curiosamente, ambos haviam se conhecido quando ainda eram recém-chegados à Europa; e, muitos anos depois, chegaram a correr juntos em corridas de Turismo.
Anos mais tarde, Piquet ficou sabendo de um engenheiro do motor que trabalhou com o piloto brasileiro na equipe Brabham naquela época, que aquele famoso acidente foi a melhor coisa que podia ter acontecido à BMW, porque evitou a vergonha do motor alemão explodir em seu próprio país.
Contra a quadra francesa: a Renault de Alain Prost e as Ferrari de René Arnoux e Patrick Tambay, Piquet consegue em 1983 seu segundo título na última corrida, o GP da África do Sul em Kyalami. Foi, também, o primeiro campeonato vencido por um carro com motor turbo na Fórmula 1.(texto Wilkipedia)


A miniatura na escala 1/43 é da Altaya e fabricada pela Ixo Models

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

12 Horas Sebring:AC Cobra Shelby 427 (1963)


Carroll Shelby teve um notável impacto sobre a competição e design automóvel ao longo dos últimos 50 anos. Iniciando-se como amador, Carroll brevemente era piloto de automóveis como o Cad-Allard, Aston Martin e Maserati equipas durante a década de 1950. Conduzindo para Donald Healey, com um especialmente modificado, Austin-Healey 100S, alcançou 16 recordes de velocidade nos E.U. Fazendo equipa com Roy Salvadori, e conduzindo um Aston Martin, ganhou em 1959 24 Horas de Le Mans. No Monte Washington Hillclimb Auto Corrida num especialmente preparado Ferrari roadster, alcançou um recordede volta de 10:21.8 segundos e vencer a prova em 1956 [1]. Foi na Sports Illustrated o condutor do ano em 1956 e 1957 [2].

Competiu na Fórmula Um de 1958 a 1959, participando de um total de oito corridas

Depois de aposentar a partir de condução, em Outubro de 1959 por razões de saúde [3], abriu uma escola de condução de alto desempenho e a Shelby-americana. Na fabrica projetou e construiu os famosos "Cobra" , que eram provenientes de um chassis AC e utilizavam motores Ford . Shelby passou a ajudar a criar algumas das mais bem sucedidos e belos carros da época: o GT40, a base de Mustang Shelby GT350 e Shelby GT500, e, evidentemente, a 427 Shelby Cobra. . Com a Ford, Shelby ajudou a desenvolver carros para a Dodge, e Oldsmobile. O mais memorável destes carros foi o Dodge Viper. Ele foi nomeado em "International Motorsports Hall of Fame, em 1991, e os Motorsports Hall of Fame da América em 1992


Na década de 1960, a FIA obrigou os construtores de automóveis (Shelby, Ford, Ferrari, etc) a produzir pelo menos 100 veículos homologados para a competição. Shelby simplesmente construí um número insuficiente de carros e pulado um grande bloco de números VIN, para criar a ilusão que a empresa tinha produzido um grande número de carros. Décadas depois, na década de 1990, Carroll alegou que ele tinha encontrado os quadros em falta, e começou a vender automóveis que supostamente tinha finalmente 'concluído'. Depois que foi descoberto os carros ftinham sido construídos de raiz, em colaboração com McCluskey, Ltd., foram re-denominados «continuation» Cobras. Os carros ainda são construídos actualmente com o codigo CSX4000 .
Em 2003, a Ford Motor Co. e Carroll Shelby juntaram-se novamente. Carroll Shelby tornou-se assessor técnico para o projecto Ford GT . Nesse mesmo ano, ele formou Carroll Shelby International Inc. com base em Nevada.

A miniatura é a replica deste carro de 1963 que correu nas 12 horas de Sebring por Dan Gurney , é da Box na escala 1/43 com algumas alterações e realces na pintura.

Ferrari 330 P4 1966/67





Aqui está a miniatura de uma mais belos Ferraris de sempre: o 330P4. Com excelentes pormenores para uma miniatura da escala 1/43, faz parte da Colecção Ferrari do jornal o Jogo e fabricada pela Ixo Models.
Neste blog conheça também a versão que correu em Le Mans clicando aqui.